Comunicar com espiritos
Ola! Preciso muito da vossa ajuda...muito mesmo.
O meu avô era uma pessoa especial, tinha um dom k até ha bem pouco tempo nao sabia o que lhe chamar, agora sei que era médium e que como ele existem varias pessoas pelo mundo.Nao dá para falar aqui de toda a historia, mas ele ajudava pessoas. Vou tentar ser breve. Algo entrava nele e atraves dele curava as pessoas. Adoeceu gravemente esteve quase a morrer até descobrir que tinha de seguir essa missao.Se nao o fizesse o corpo entorpecia-se todo, como se tivesse uma trombose, enchia-se de pequenas feridas...A vida dele nao foi facil porque as pessoas nao entendem isto. Ele tinha um comercio aberto que acabou por falir porque as pessoas iam ate la à procura de ajuda e ele nao lhes diria que não. Quem nao acredita nestas coisas simplesmente afasta-se e apelida as pessoas. A minha mae nao me queria contar o que se passava para nao ter medo do meu avô,mas fui crescendo e apercebendo-me da situaçao. Hoje tenho 23 anos e o meu heroi morreu faz 2 anos dia 21. Foi o dia mais dificil da minha vida porque tinhamos uma ligaçao unica. Sou a mais velha dos netos, sempre fui a menina dele... A morte provocou-me muita revolta, simplesmente nao entendia como alguem que fez tanto bem teve de agonizar tres meses numa cama.
A minha familia materna talvez por estarmos junto dele, todos presenciamos alguma coisa. Nao sei se teremos aptidao para este sexto sentido ou nao... Acontece que na minha casa, onde vivo com os meus pais e avós paternos tem acontecido fenomenos estranhos, manifestaçoes. A primeira vez que dei conta tinha 14 anos mas foram-se sentido cada vez mais, e hoje sao bastante intensos. Ouve-se nitidamente cozinhar, se for à cozinha está tudo quieto, abre portas, senta-se no sofa, sinto junto de mim a presença, bate em coisas...Falei com a minha mae e ao que parece somos as unicas que damos por isso, o meu pai nada vê, e os meus avos nao acreditam nisto. O espirito em questao é o da minha bisavó, porque a minha mae ja a viu duas vezes, mas ela desaparece de seguida. A mim começou a mostrar-se uma vez, mas como nunca tinha visto nada e nao estava à espera corri o mais que pude, logo de seguida senti que nao o devia ter feito. Ela morreu tres meses antes de eu nascer, nao a conheci. Mas fui falar com o meu pai e sei que era ela porque descrevi-lhe o que ela estava a usar e era a bata que ela usava. Sei que ela nao está bem e quero ajudá-la a minha questao é como?
Devido a esta situaçao da minha bisavo tenho feito varias pesquisas na net e entendi o que se passou, o que foi a vida do meu avô. A revolta passou, entendi melhor o porque de as coisas acontecerem assim. Vou comprar os livros recomendados e ler. Mas agr por favor respondam-me a estas questoes:
-Devo chamá-la e esperar que ela se volte a mostrar e fale comigo? Ou será melhor procurar um centro espirita?
-Alguem me sugere um centro espirita em lisboa de confiança, como nao estou a par tenho receio de encontrar charlataes
-Alguem me sabe dizer o porque de um bébé chorar dentro da barriga da mãe? O que quer isto dizer?(Nao desenvolvi este tema- o post ja está muito grande e quero respeitar as regras do forum)
Muito Obrigada beijo a todos
sábado, 31 de outubro de 2009
FALAR MAL DOS MORTOS
FALAR MAL DOS MORTOS.
Chilon (século VI a.C.), magistrado e filósofo espartano, um dos sete sábios da Grécia antiga, ensinava regras singelas de conduta que estariam presentes em qualquer manual de auto-ajuda, gênero literário que faz sucesso nestes dias de carências, dúvidas e temores.
Nas suas máximas, coletadas fragmentariamente em Vida de Ilustres Filósofos, de Diógenes Laércio (século III), recomenda Chilon:
Controla a língua…
Cultiva recato no casamento...
Respeita os mais velhos…
Vigia a si mesmo…
Como se vê, nada diferente do que conhecemos. Há um senso comum, conjugando a sabedoria dos séculos. Exprime-se em máximas que operariam radicais mudanças na sociedade humana, se colocadas em prática.
Uma máxima de Chilon, utilíssima, fundamental, é pouco observada. Costuma-se fazer exatamente o contrário.
Recomenda o filósofo:
Não fale mal dos mortos.
Inicialmente, até falamos bem.
Num velório, à falta de ter o que dizer aos familiares, promovemos o finado ao exprimir nossas condolências:
– Coitado! Tão bom… Morreu!
Em breve, no próprio ambiente em que é velado o defunto, mudamos a postura. Evocamos suas fragilidades, defeitos e episódios menos edificantes que lhe marcaram a existência.
Lamentável desrespeito diante do companheiro de pés juntos, vestindo o “pijama de madeira”. Geralmente, os Espíritos desencarnados permanecem ligados ao corpo durante o velório. Carecem de orações, não de críticas.
Em face da turvação mental em que se situam, assimilam as vibrações geradas por observações descaridosas dos presentes. Sentem-se perturbados e aflitos, sem perceber o que está acontecendo.
O “defunto”, não raro, reage à maledicência.
O maldizente poderá dar-se mal.
Ocorre principalmente quando o desavisado tece críticas contra alguém de parcas virtudes, que esticou as canelas há algum tempo. Adaptado à vida espiritual, mas não convertido ao Bem, poderá causar-lhe dissabores.
No livro Missionários da Luz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito André Luiz reporta-se a um episódio dessa natureza:
O autor e um companheiro foram à casa de certo homem, Vieira, que faltara a uma reunião na espiritualidade. Desejavam saber o que o impedira. O sono é breve viagem ao mundo dos mortos. Enquanto o corpo dorme, refazendo energias, transitamos pelas plagas do Além. São ensaios para a transferência definitiva, quando a senhora da foice nos convocar.
Os dois tarefeiros o encontraram em situação difícil.
Afastado do corpo em repouso no leito, Vieira quedava-se apavorado ante a presença de um Espírito que o ameaçava. O indesejável visitante explicou que durante o jantar, conversando com familiares, o dono da casa tecera considerações desairosas à sua pessoa. Ele captara as vibrações negativas da crítica e viera tirar satisfações.
Vieira tremia, descontrolado, incapaz de uma reação. Induzido por André Luiz e seu companheiro, despertou assustado, banhado em suor. Guardava a impressão de que estivera com o dito-cujo. Mas, sem autocrítica, não percebeu que ele viera cobrar-lhe a leviandade. Definiu a experiência como um pesadelo, que atribuiu a problema digestivo ou algo semelhante, sem perceber que nas fofocas contra o “morto” estava a origem de seu problema.
Chilon tem razão.
A piedade recomenda que oremos pelos mortos.
Manda a prudência:
Não falemos mal deles!
Richard Simonetti.
Do livro Luzes no Caminho.
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